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O adeus ao Mestre

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Estreitei meus laços com o Mestre em 2004, quando comecei a fazer parte do seleto grupo que escrevia para o Jornal Tranca e Gamela, recém criado. Transitar palavras entre ele, Zilda Ribeiro, Alexandre Lourenço, Luiz de Moura e Luizão Freitas, ícones da cultura aparecidense, era algo inimaginável para o “escritor” novato. Um início literário que me marcou profundamente. As dicas preciosas que ele me passou desde aquele tempo ainda carrego comigo. “Cutucadas” e conselhos. Críticas absolutamente construtivas. Simples e objetivas. Dizia-me sempre que “os jornais evitam a ditadura do conhecimento imposta por aqueles que detêm o poder”.  “Que era preciso escrever, continuar, fazer cada época prevalecer na memória”. Foi presidente e fundador do MDB, diretório de Aparecida, em 1968 e encabeçou um grupo seleto de aparecidenses que ficou conhecido como um grupo de resistência democrática, fundando à época os Jornais A Verdade e O Lince, acreditando que política se faz com ideias em circulação…